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Seminário 100 anos de Celso Furtado: que desenvolvimento queremos para o Brasil?

#DicaON #Nacionalidades

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A Assembleia Legislativa, através da Unipace - Escola Superior do Parlamento Cearense e o Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), por meio do Observatório de Fortaleza, se uniram para realizar o Seminário “100 anos de Celso Furtado: que desenvolvimento queremos para o Brasil?”, nos dias 12 e 13 de agosto de 2020. O Seminário tem ainda o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (Sedet), por meio da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará - Adece(Câmara Setorial da Economia Criativa), UFCA - Universidade Federal do Cariri, da UECE - Universidade Estadual do Ceará e da Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA. A transmissão será online, ao vivo, nos canais do YouTube do Observatório de Fortaleza e da Unipace.

Em tempos de incertezas, de descrédito na ação política, de ameaças à ciência e à cultura, é preciso, mais do que nunca, retomar os significados profundos da política. Celso Furtado, que dedicou sua vida a entender o Brasil e a produzir projetos de transformação nacional, resgata, em sua obra, o diálogo das ciências econômicas com as ciências sociais básicas, a filosofia, as tecnologias, as artes e a cultura, num esforço maior de compreender as consequências dos modelos econômicos para os países de economia dependente.

Em sua trajetória como administrador público, fundador da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com passagens nos ministérios do Planejamento e da Cultura dos governos João Goulart e José Sarney; articulador e gestor nas Relações Internacionais, integrando a Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL/ONU), Celso Furtado defendia a construção de um desenvolvimento endógeno que garantisse dignidade, solidariedade e igualdade de oportunidade aos brasileiros. Único brasileiro indicado ao Prêmio Nobel de Economia, em 2013, com uma bibliografia composta por mais de 30 livros, ele investigou a mecânica do subdesenvolvimento do país.

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